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Resenha | A dama da morte, de Kate Quinn

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

 1941. Uma estudante e mãe solo se alista para defender sua pátria e acaba se tornando a maior sniper da Segunda Guerra Mundial.

Kate Quinn



Lyudmila Pavlichenko divide seu tempo entre cuidar do filho pequeno e as pesquisas para a sua dissertação da faculdade. Porém, tudo muda em sua jornada quando a União Soviética é invadida pelos alemães e ela é forçada a trilhar um novo caminho.

Com pouco conhecimento em atirar, Lyudmila acaba a frente da batalha e é a partir daí que ela vê a sua vida mudar completamente, pois acaba se tornando muito conhecida por matar mais de 309 inimigos durante a Segunda Guerra e passa a ser chamada de Dama da Morte e é quando ela é enviada aos Estados Unidos com a missão de convencer o presidente a se unir às frentes europeias.

Se recuperando de ferimentos da Guerra, o que ela não esperava era que uma amizade improvável com a primeira-dama e o reencontro emocionante com um antigo colega a fariam sonhar em ser feliz de novo.

Kate Quinn

"A dama da morte" é aquele livro que causa uma avalanche de emoções ao longo dos capítulos, afinal, vemos uma personagem que engravidou muito nova, aprendeu a cuidar do seu filho sozinha e ainda precisava cuidar de seus estudos, e, além disso, ela precisou ir para a batalha e lutar essa guerra.

Esse foi meu primeiro contato com a escrita da Kate Quinn e devo dizer que gostei muito da riqueza de detalhes que ela trouxe ao longo das páginas, me deixando envolvida com a vida da personagem e por tudo que ela estava passando em sua jornada.

E apesar de ter gostado muito disso, em alguns momentos senti que a leitura ficou um pouco cansativa. Sei que é um período completamente complicado da história e Lyudmila passou por tantas questões que é até difícil descrever, mas alguns pontos acabaram se tornando maçantes para mim.

Porém, nos capítulos finais, a autora trouxe muitas reviravoltas e muito mais emoção também. Acho que, como tudo seguiu, foi perfeito para que a obra terminasse com uma grande mensagem de esperança e, principalmente, de alívio.

Com os capítulos intercalados entre acontecimentos atuais e alguns do passado, a autora vai encaixando todas as pontas, nos apresentando a jornada de uma mãe e estudante que foi lutar pelo seu país; que foi lutar por sua sobrevivência e durante esse processo acabou conhecendo muito sobre si, sobre seus medos e descobrindo o que realmente significava amor.

Uma personagem que acreditava que não podia errar. Determinada a sempre se tornar a melhor, em não falhar com ninguém, acabou se esquecendo do que realmente importava. Porém, aos poucos, Lyudmila acabou entendendo muitas coisas e isso fez com que ela enxergasse sua vida e a si com outros olhos.

Então, "a dama da morte" é uma ficção história baseada em uma história verídica e proporciona muitas emoções ao longo dos capítulos. Uma obra que causa um misto de emoções por ser narrada em um período tão devastador da história, mas que ainda proporciona um pouquinho de esperança.


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Kate Quinn
Título original: The diamond eye
Escritora: Kate Quinn
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 476
Ano: 2025
Gênero: ficção histórica
Classificação: 16+

SINOPSE
Na cidade nevada de Kiev, a bem-humorada estudante universitária do curso de História Lyudmila Pavlichenko divide o tempo entre os cuidados com o filho pequeno e as pesquisas para sua dissertação. Mas a invasão da União Soviética pelos alemães liderados por Hitler a força a trilhar um caminho inesperado. Com quase nenhum treinamento, ela vai para a frente de batalha, onde precisa provar suas habilidades como atiradora de precisão. Em pouco tempo, Mila se transforma na caçadora letal de nazistas conhecida como a Dama da Morte. Quando a notícia da eliminação de 309 alvos inimigos faz dela uma heroína nacional, Mila é enviada aos Estados Unidos com a missão de convencer o presidente Franklin D. Roosevelt a se unir às frentes europeias.

Ainda se recuperando de ferimentos de guerra e devastada por perder seu grande amor, Mila se vê isolada no mundo cosmopolita e político de Washington, D.C., até que uma amizade improvável com a primeira-dama Eleanor Roosevelt e o reencontro emocionante com um colega atirador a deixam sonhar em ser feliz de novo. Mas, um desafeto do passado de Mila une forças com um perigoso adversário, envolvendo a Dama da Morte numa perigosa trama conspiratória. Ela então precisa lutar contra o medo e desviar das balas inimigas no duelo mais mortal de sua vida.

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Resenha | As heroínas, de Kristin Hannah

quarta-feira, 26 de junho de 2024

 Já imaginou como uma simples frase pode mudar completamente o rumo de sua história?

Kristin Hannah



Mulheres também podem ser heroínas. Foi essa frase que Frankie ouviu e sentiu toda a determinação possível para ir para a Guerra do Vietnã, lutar pelo seu país e se descobrir nesse processo.

Ela era uma jovem enfermeira, criada em Coronado Island e superprotegida pelos seus pais conservadores. Ela sempre foi uma garota certinha, se orgulhava de sempre agir corretamente, mas agora, era 1966 e as coisas estavam mudando; o mundo estava mudando.

Quando seu irmão vai servir no Vietnã, Frankie percebe que ela começa a imaginar um futuro diferente para si mesma e age por impulso, se juntando ao Corpo de Enfermagem do Exército. Apesar de ser totalmente inexperiente, ela quer ficar ao lado do seu irmão e quer fazer o possível para ajudar outras pessoas nesse momento tão difícil.

Só que estar na Guerra é completamente desesperador. Vai muito além do que ela imaginava! Logo, Frankie se sente sobrecarregada pelo caos e pela destruição, mas, ainda assim, tenta se manter em pé e fazer o possível por todos aqueles feridos e também dar o apoio necessário para outras enfermeiras.

Mas será que todo o período que ela enfrentou na Guerra será suficiente para determinar a sua nova jornada? O quanto isso afetou e mudou a sua vida? Será que ela conseguirá enfrentar novos traumas diante de um país totalmente dividido?

Kristin Hannah

Começo essa resenha dizendo que Kristin Hannah é completamente maravilhosa em tudo que ela escreve! Ela sabe como escrever obras que conquistam imensamente o coração, nos faz se sentir parte de todo o enredo e vive diversas emoções ao longo das páginas. E com “as heroínas” não foi diferente.

Já comecei a leitura dessa obra esperando um grande impacto ao longo da trama e foi exatamente dessa forma que a obra seguiu do começo ao fim porque como não sentir tantas emoções, aperto no peito e até mesmo ficar sem fôlego e lágrimas nos olhos com tantos relatos ao longo de um período de Guerra?

Frankie é uma personagem extremamente corajosa e está pronta para lidar com toda essa destruição do mundo. Apesar de ela não ter experiência suficiente como enfermeira, principalmente em um cenário de guerra, ainda assim, é possível perceber o quanto ela se adapta ao ambiente, fazendo o possível por todas as vidas.

Fiquei completamente comovida com tudo apresentado ao longo dos capítulos, por toda sua determinação e coragem. Uma personagem que ouviu que “mulheres também podem ser heroínas” e fez jus a isso. Mostrou a importância de voluntários durante a Guerra e que, sem ela e outras enfermeiras, quantas pessoas teriam sobrevivido para contar as suas histórias?

Mas, apesar de todo o seu ato de heroísmo, ainda existem muitas questões que ela enfrentou ao longo de sua vida, principalmente após voltar da Guerra. Como as pessoas podem ser cruéis e negar ajuda para alguém que serviu o país? Como as pessoas podem não acreditar que ela esteve nesses momentos difíceis, ajudando diversos civis? É difícil de engolir e aceitar essas coisas, mas essa é a realidade na qual vivemos.

Além desse contexto histórico, Kristin Hannah também trouxe em sua trama outras questões importantes, onde meu coração também ficou em frangalhos pela personagem. Tudo que aconteceu na jornada da Frankie não foi fácil. Foi uma jornada difícil, cheia de lutas e superações, mas que ela soube como contornar tudo, encontrar a sua voz no meio de todo o caos e fez o possível para sobreviver com todas as consequências de suas escolhas.

As heroínas” é um livro extremamente intenso, doloroso e marcante. É uma obra que mostra a jornada de uma mulher durante a Guerra do Vietnã, todos os conflitos internos e externos enfrentados, mas também a luta por acreditar em seu país, por acreditar em si.

É um livro que tenho certeza de que vai te marcar logo na primeira página, vai te envolver de uma maneira única, mas que também deixará seu coração em diversos pedacinhos porque é exatamente esse o poder da autora com suas obras.


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as heroínas
Título original: The women
Escritora: Kristin Hannah
Editora: Arqueiro
Páginas: 416
Ano: 2024
Gênero: romance histórico
Classificação: +18

SINOPSE
Criada na idílica Coronado Island e superprotegida pelos pais conservadores, ela sempre se orgulhou de fazer a coisa certa e de ser uma boa garota. Mas o ano é 1966 e o mundo está mudando. De repente, Frankie começa a imaginar um futuro diferente para si mesma.

Quando seu irmão vai servir no Vietnã, ela age por impulso e resolve se juntar ao Corpo de Enfermagem do Exército. Tão inexperiente quanto os soldados, Frankie logo se sente sobrecarregada pelo caos e pela destruição, mas consegue encontrar apoio em outras enfermeiras.

Ao voltar para casa, ela precisará enfrentar novos traumas diante de um país dividido politicamente que não dá o devido valor aos serviços prestados no Vietnã.

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Resenha | A vila dos tecidos, de Anne Jacobs

sexta-feira, 28 de julho de 2023

 Quais são os segredos que uma família pode manter? O quanto esses segredos podem afetar a vida dessa família e de outras pessoas envolvidas? É o que vamos desvendar ao longo da leitura de "a vila dos tecidos".

Anne Jacobs

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Resenha | Resistência, de Affinity Konar

segunda-feira, 10 de abril de 2023

 Aushwitz, 1944. Um começo de um mundo completamente diferente e que afetará a vida das gêmeas Pearl e Stasha, de apenas 12 anos, para sempre.

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Resenha | A última livraria de Londres, de Madeline Martin

segunda-feira, 21 de novembro de 2022

 Com o bombardeio da Segunda Guerra Mundial, poucas livrarias sobreviveram a esse ataque e é exatamente o contexto de "a última livraria de Londres" que foi inspirada em uma história real.

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Resenha | A Biblioteca de Paris, de Janet Skeslien Charles

terça-feira, 10 de maio de 2022

 O poder das bibliotecas e dos livros. Isso é o que encontramos em A Biblioteca de Paris, baseada em uma história real, escrita por Janet Skeslien Charles e publicado pela Editora Record.

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Resenha | Um Amor Perdido, de Alyson Richman

segunda-feira, 22 de novembro de 2021

Separados pela Guerra, ligados pela memória. Um Amor Perdido, escrito por Alyson Richman e publicado pela Bertrand Brasil, vai contar uma história envolvente, com acontecimentos de uma época tão trágica e marcante da nossa história.

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Resenha | As agentes secretas de Paris, de Pam Jenoff

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

 As Agentes Secretas de Paris, publicado pela Editora HarperCollins, vai contar a história de três mulheres incríveis durante o período da Segunda Guerra Mundial.

as agentes secretas de Paris

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Resenha | O segredo da livraria de Paris, de Lily Graham

sexta-feira, 17 de abril de 2020

O Segredo da Livraria de Paris, lançamento de março da Editora Gutenberg, vai contar a história de Valerie que foi tirada de sua mãe durante a Segunda Guerra Mundial.

Lily Graham
Foto: PS Amo Leitura
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Resenha | A viúva de safira, de Dinah Jefferies

quinta-feira, 18 de julho de 2019

Ceilão inglês no início do século XX. “A viúva de safira” é um romance da autora Dinah Jefferies – mesma autora de o perfume da folha de chá – e publicado pela Editora Paralela. Conheça mais sobre esse romance histórico.

 Dinah Jefferies
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